Média nacional indica variação de preços de até 276% dependendo da papelaria e dos tipos de produtos
Foto: Divulgação/Secom
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Com a chegada do início do ano, o gasto com material escolar volta a pesar no orçamento das famílias brasileiras. De acordo com o Procon Nacional, além de pesquisar preços que podem variar até 276% entre papelarias, os pais devem redobrar a atenção com itens que não podem ser exigidos pelas escolas.
Um levantamento avaliou 134 itens das listas escolares e apontou práticas irregulares ainda comuns. Para 2026, o Procon reforça que apenas materiais pedagógicos individuaispodem ser solicitados sempre em quantidades razoáveis. Custos de limpeza, manutenção e uso coletivo devem estar incluídos na mensalidade.

Entre os materiais proibidos estão: álcool, papel higiênico, produtos de limpeza, cartuchos de impressora, pastas classificadoras, sabonete, sacos plásticos, toner, pen drive e outros itens administrativos. Já artigos como cola, canetas hidrocor, massa para modelar e lenços umedecidos podem ser solicitados, desde que em limites moderados.
O órgão lembra que as escolas não podem exigir marcas específicas, tampouco obrigar a compra em estabelecimentos indicados. Caso haja reajuste por aumento de custos, a instituição deve apresentar planilha justificando os valores.
Pais que se sentirem lesados devem procurar o Procon-RO pelos canais oficiais: WhatsApp (69) 98491-2986, telefone 151, (69) 3216-5930 / 3216-1026, e-mail procon.ro@bol.com.br ou pelo site rondonia.ro.gov.br/procon-ro.
A medida busca orientar consumidores e evitar cobranças abusivas, garantindo que o início do ano letivo seja mais leve para as famílias. Apesar que aos itens podem variar de um estado para outro, o Procon disponibilizou uma lista geral do que pode ser adquirido pelos pais e o que é dever das escolas.
* O resultado da enquete não tem caráter científico, é apenas uma pesquisa de opinião pública!