Acre - Hepatite B ameaça índios de extinção nas aldeias

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Foto: Divulgação

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O alto índice de hepatite tipo B em indígenas poderá condenar à extinção todas as etnias acreanas. A informação foi repassada pela presidente da Associação dos Portadores de Hepatite do Acre (Aphac), Áurea Yooko Yonekura Inada. Para a representante dos infectados pela doença, o problema está na falta da cobertura médica que deveria ser oferecida pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa) a todos os nativos do estado. “A Funasa está realizando exames apenas na população sexualmente ativa, mas acontece que os mais jovens podem estar contaminados também, e não sabem. Do público adulto, eles estimam que seja cerca de cinco mil nativos, mas apenas 800 foram testados, constatando que 10% estavam infectados”, detalhou Áurea. A presidente da Aphac afirmou que dos 18 mil indígenas do estado cerca de 1,8 mil podem ter hepatite. “É um número alarmante, por isso gostaríamos de oferecer o exame a todos, impedindo que outros índios possam ser contaminados, mas os técnicos do órgão responsável pelas ações de saúde disseram que não existem recursos suficientes”, detalhou. Na Funasa, a informação é que apenas 1.2 mil nativos passaram por exames, contatando que 66 estão contaminados com a hepatite tipo B. “As ações de saúde são realizadas por meio de um método chamado de busca ativa, e consiste na vacinação das etnias e no exame da população. Acontece que o método para identificar a doença é muito caro, porque precisamos utilizar três tipos de kits diferentes, por isso não conseguimos atingir a todos”, explicou o coordenador-geral da Funasa em exercício, Gelcimar Mota da Cruz. Segundo o gestor, o órgão trabalha para a erradicação da doença, mas a memória cultural acaba prejudicando o trabalho. “Nossa equipe de saúde realiza palestras sobre a importância da utilização de preservativos e da utilização de material cortante de forma descartável, como, por exemplo, agulhas que são usadas para fazer as tatuagens”, detalhou. Para a enfermeira responsável pelo programa de combate às Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), Radina Nascimento, o contato com o homem branco colabora para a propagação da hepatite. “As comunidades isoladas não sofrem tanto, agora, as etnias que têm um contato direto com o não-indígena acaba fazendo sexo sem preservativo e abusando do álcool, aumentando os índices”, afirmou.
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