ODONTOLOGIA: Próteses dentárias de pessoas mortas eram vendidas como se fossem novas

Pelo menos dois cemitérios que participavam do esquema foram identificados

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A polícia interditou u laboratório protético irregular no bairro de Ricardo de Albuquerque, na Zona Norte do Rio. Segundo a Polícia Civil, os responsáveis pelo espaço adquiriam itens de cemitérios clandestinos na Região Metropolitana e revendiam para clínicas odontológicas como se fossem novos.

 

 

A fraude em questão diz respeito ao material conhecido como "roach", um tipo de prótese dentária removível. Após adquirir o aparato por cerca de 50% do custo habitual, ele era submetido a um processo químico para que aparentasse ser novo, sendo então repassado às clínicas.

 

 Pelo menos dois cemitérios que participavam do esquema foram identificados, um em São Gonçalo e outro na Baixada Fluminense, mas a delegacia especializada ainda busca outros endereços.

 

 As investigações apontam que eles atuavam desta maneira no segmento há pelo menos três anos.

 

- As investigações continuam, e agora vamos contatar todas as clinícas odontológicas que adquiriam as peças. Ao que tudo indica, elas também eram lesadas e não sabiam da procedência do material - explica o delegado André Luiz de Souza Neves, titular da Decon.

 

Edição: @emiliajornalista (Siga no Instagram)

 

Fonte:Extra

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