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O dia do julgamento

POR VALDEMIR CALDAS

15 de Outubro de 2018 às 10:58

 

No dia 28 de outubro haverá um julgamento, quando acorreremos às urnas para, com a graça de Deus, dizermos o que realmente queremos para o futuro do nosso país, de modo geral, e, em particular, para o Estado de Rondônia, pois é assim que se constrói a democracia de uma Nação, de um povo, de uma coletividade. A dúvida é saber se nessa encruzilhada do destino saberemos bem julgar.

 

A tarefa de julgar é extremamente difícil. Muitas vezes nos enganamos quando somos chamados a julgar. Movidos pela emoção, pelo sentimentalismo e até por má-fé, mandando para os poderes legislativos e executivos canalhas travestidos de cidadãos honestos e condenamos ao ostracismo pessoas honradas, sérias e competentes. Trocamos o certo pelo duvidoso, o justo pelo pecador, o amante da liberdade e do bem comum, por um tirano, um pervertido, um notório ladravaz.

 

A decisão, mais uma vez, está em nossas mãos. No dia 28 de outubro, oxalá, sejamos iluminados pelos sentimentos de justiça, de moral, de honestidade e de escrúpulos, antes de apertarmos os teclados da urna eletrônica. A corrupção, o cinismo, a demagogia, o clientelismo, o nepotismo e a violência generalizada estão livres no pasto, como erva daninha, engordando suas crias e pervertendo princípios.

 

Enquanto isso, a população, a maior vítima de todo esse processo, continua vivendo as agruras do dia a dia. O processo de higienização da vida política nacional começou no primeiro turno das eleições, com o escalpelamento dos políticos profissionais e carreiristas, desancados nas urnas pela força do voto democrático. Que esse mesmo sentimento se faça presente no segundo turno, para que realmente possamos proclamar que surgiu uma nova esperança para o Brasil e, consequentemente, para Rondônia.

 

Não vamos permitir que os Barrabás da vida continuem saltitando de alegria, impunes, livres, leves e soltos, sorrindo da cara do povo brasileiro,  e já se preparando para dar sequência à sua caminhada de bandalheiras. Fomos claros no primeiro turno. Demos o sinal de alerta. Infelizmente, muitos não entenderam. Façamos novamente.

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Valdemir Caldas

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